Vamos viver tudo aquilo que ainda não vivemos

Texto base

E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra (II Crônicas 7.14).

Apresentação temática

ATHAR: orar; suplicar, peticionar.

O termo עתר ̀athar indica uma raiz primitiva [mais precisamente denominativa] de orar, rogar ou suplicar.  O léxico do hebraico anuncia três fomentos:

1. (Qal) orar, rogar;

2. (Nifal) ser rogado, ser suplicado;

3. (Hifil) fazer súplica, pleitear.

O termo fora utilizado nas Escrituras no ato em que o povo de Israel mostra o arrependimento lembrando-se dos seus antepassados, que acabaram a sua vida no cativeiro babilônico e muitos pereceram por lá, muitos jamais viram a sua terra da Promessa. Os remanescentes demonstram um arrependimento que os alça à posição de serem chamados “Meu Povo” em II Crônicas 7.14. Deus fala através de Isaías qual o motivo do Povo estar sendo levado cativo em Isaías 5.13: “Portanto o meu povo é levado cativo, por falta de entendimento”.

Por falta de sabedoria e entendimento o povo se corrompe. A igreja carece de sabedoria em nossos dias por falta de temor. Conforme Provérbios 1.7 “o temor do Senhor é o princípio da sabedoria”.  A falta de temor leva ao pecado – a apostasia.  É preciso voltar às raízes do temor ao Eterno. Para isso não há outro diagnóstico: de acordo com a Palavra de Deus é preciso buscar ao Senhor, orar, clamar e peticionar diante Dele (athar) – em atitude de humilhação: arrependimento genuíno – שפל shaphel.

A Bíblia diz: “humilhai-vos perante o Senhor e Ele vos exaltará (Tiago 4.9-10)”. A humilhação é empregada neste caso nas palavras de Deus como uma necessidade para Ele agir. Há várias formas do léxico שפל shaphel – uma raiz primitiva de ser ou tornar-se humilde:

1. (Qal) ser ou tornar-se humilde;

2. (Hifil) prostar ou abaixar, humilhar;

3. (Hifil) demonstrar humildade.

Em outras palavras, é preciso voltar ao relacionamento íntimo com Deus se convertendo de nossos maus caminhos, nos tornando humildes e  nos humilhando em diante Dele. Só assim teremos a nossa terra (nação/vida) sarada.

Neste interím, sabemos que a cidade de Jerusalém é cálice de medida espiritual do mundo. Seus acontecimentos são como termômetro para os dias do fim. Jerusalém é a cidade do nosso Deus e é por isso que ela não pode ser esquecida. “Orai pela paz de Jerusalém; prosperarão aqueles que te amam (Salmps 112.6)” não pode ser ignorado, independente daquilo que já aconteceu. Ainda é dever da Igreja orar pela cidade de Deus. Ainda é dever da igreja alcançar aquilo que ainda não foi alcançado nos céus. É tempo de quebrantamento e arrependimento. Renúncia é a palavra para os próximos dias. Ainda é tempo de salvar tudo aquilo que ainda não perdemos.

Jerusalém sofreu perdas ao longo da história. A igreja de Deus também. Mas ainda não foi decretado o fim totalmente. Antes que venha o fim, é preciso agir. Podemos começar a mudar em temor, juízo e entendimento. Podemos fazer algo acontecer. Vamos viver tudo aquilo que ainda não vivemos. Ainda há tempo para clamar. Ainda há tempo para o recomeçar dos remanescentes.

Vamos nos encontrar em עתר ̀athar.

Pr. Israel Braglia

Ministrações

Pastores Adalberto e Luizita Braglia

Louvor e adoração: Igreja de Florianópolis

Chamada

Divulgação

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SERVIÇO

O quê: Conferência Profética

Quando: 18 e 20 de julho de 2014

Local: Apart Hotel Tropicanas (Praia de Canasvieiras, SC).

Investimento: R$ 200,00 (individual).

Inscrições: sedes das Igrejas de Florianópolis e Blumenau.

 

Igreja de Florianópolis – Proclamando a Verdade